Não há dúvidas de que o cotidiano das crianças e adolescentes está cada vez mais atrelado ao mundo virtual e de que essa intensa relação tem estabelecido um grande desafio para os pais e professores: acompanhar a constante evolução tecnológica e os efeitos que ela tem provocado no processo de ensino/aprendizagem.
Usar conteúdos interativos para apresentar conceitos importantes a jovens e crianças, em casa e na escola, é uma forma eficiente de ganhar a atenção deles e de tornar a tarefa de ensinar mais interessante e eficaz. Animações, vídeos de entrevistas, documentários, filmes, e-books e infográficos são ótimos instrumentos para introduzir debates sobre os mais variados assuntos e estimular a vontade de aprender do aluno. Isso dinamiza a aula (e até o dia a dia em casa), ampliando a interação e a empatia entre quem ensina e quem aprende.
As redes sociais, favoritas entre os estudantes, também podem ser usadas pelos professores como um espaço bastante propício ao compartilhamento de conteúdos educacionais e de ideias. Por meio delas, além de provocar o pensamento, o educador consegue compreender melhor quais são os interesses dos alunos e, assim, criar aulas mais atrativas e construtivas.
Nesse espaço, é possível montar grupos ou comunidades virtuais, nos quais os participantes podem compartilhar links relacionados às matérias estudadas em sala, expor dúvidas e pontos de vista para construir conhecimento com os colegas, indicar páginas de instituições relevantes para os estudos, etc. Ao professor, cabe mediar os debates e o teor das postagens para que o foco não seja perdido.

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Algumas redes oferecem ainda calendários virtuais e a possibilidade de convidar outros usuários para eventos. Estes são recursos a mais para recomendar filmes, peças teatrais, exposições e outras atividades à classe, bem como para lembrar os alunos de provas e entregas de trabalhos.
A internet se revela uma ótima ferramenta complementar ao trabalho realizado em sala. O professor, todavia, precisa estimular o uso consciente dela e não deve esquecer-se de que alguns alunos podem não ter acesso constante a web nem fazer parte de determinada rede social. Nesse contexto, o importante é buscar alternativas que não excluam ninguém.
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