A forma como a criança ou o adolescente enxerga a matéria – algo fácil ou difícil – depende bastante da maneira como o conhecimento é apresentado pelo professor. Hoje uma aula estática (sem recursos extras, dinâmicas, desafios ou qualquer outro estímulo), em que o educador apenas repassa conhecimento e não o constrói dentro de sala, não é mais suficiente para prender a atenção dos estudantes e fazer que eles absorvam de fato o conteúdo. Afinal, o aluno compartilha de uma realidade imediatista e interativa, em que a tecnologia evolui rapidamente, oferecendo novas possibilidades de comunicação e execução de tarefas.
Para realizar um trabalho construtivo, além de simpatia e respeito, o professor precisa oferecer aos estudantes atividades variadas e trabalhos desafiadores, que instiguem capacidades fundamentais para o aprendizado, como associação, dedução e interpretação. Estimular a curiosidade do aluno com perguntas liguem a matéria ao dia a dia ou com a apresentação de uma cena de filme no início da aula é uma boa forma de prender a atenção da turma ao introduzir um assunto, seja ele complexo ou não.
O educador não precisa ser um especialista em tecnologia nem um artista para conquistar os estudantes e tornar as aulas mais atrativas. Basta que ele tenha um pouco de criatividade e busque boas alternativas. Confira mais algumas sugestões:
Matemática e internet
De maneira geral, a linguagem de computadores é uma excelente porta para o ensino da matemática. Mas, se o professor não domina os códigos, pode usar o recurso de outras maneiras. Que tal simular compras online para falar de juros e de educação financeira?
Português e redes sociais
Por que não unir o útil ao agradável, propondo um trabalho de pesquisa e análise da linguagem que pode ser feito enquanto o aluno navega pelo Facebook? São inúmeros os exemplos (bons e ruins) de uso da língua nas redes sociais. Então, vale a pena usar isso em favor do ensino.

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Não faltam recursos para tornar o processo de aprendizagem mais motivador e eficiente. Com um pouco de pesquisa e conversas com a classe para saber do que os estudantes mais gostam, é possível criar aulas estimulantes e construtivas.
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