Pais devem ter bom Comportamento diante dos Filhos

Publicado em 1 de junho de 2015
Bom comportamento dos pais

Pais devem ter bom Comportamento diante dos Filhos
Créditos da Imagem: Gpalmisanoadm Via: Pixabay

 

Basta observarmos o comportamento das crianças para que cheguemos à seguinte conclusão: inevitavelmente, os filhos reproduzem as atitudes dos pais. Fazem isso porque os tomam como referência, afinal, é com eles que os primeiros contatos são estabelecidos, e são eles a principal fonte de informação sobre o mundo. Quando se é criança, tudo o que os pais dizem é tomado como verdade.

O fato de eles copiarem as atitudes influencia muito em sua formação. Assim, para que as crianças se tornem indivíduos com comportamentos saudáveis e adequados para a interação com o mundo e consigo mesmos, elas precisam reconhecer em seus responsáveis tais comportamentos.

Uma criança não se torna disciplinada com imposições, e sim com exemplos de como agir. Castigar e dar ordens o tempo todo são métodos falíveis que não colaboram em nada. É fundamental os pais tomarem para si a responsabilidade de que são as pessoas mais importantes para os filhos e criarem uma convivência familiar de liberdade e de acolhimento, na qual as crianças se sintam próximas e amadas. Quanto maior for o vínculo entre pais e filhos, menores serão as chances de os pequenos reproduzirem os exemplos negativos.

A “autovigilância” é a principal tarefa do pai e da mãe. O domínio sobre si mesmo e a serenidade são imprescindíveis para imprimir admiração, confiança e segurança nos filhos. Deve haver coerência entre a fala e as atitudes dos pais, pois, além de injusto, é inútil cobrar bons hábitos dos filhos se os próprios adultos não adotam essas atitudes.

É importante admitir que as falhas não deixarão de acontecer, porém seus efeitos podem ser minimizados com o reconhecimento. Melhor: as falhas podem fazer parte do aprendizado. Ao errar, é possível mostrar à criança o que acontece quando dá um mau passo. Dessa maneira, ela começa a ter uma percepção maior da responsabilidade dos atos.

Toda essa autovigilância é um trabalho árduo e constante, contudo essencial para que uma criança cresça em um ambiente saudável e se torne um adulto benevolente, seguro e feliz.